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Estou deprimidamente bem.

Eu me sinto bem, mas me sinto triste, uma tristeza que não sessa.

Perder um filho é se perder. Me sinto abortada, abortada da vida de todos que eu mais amei, e as consequências? Abortei o que eu mais deveria amar.
Eu sei, não era um filho, não era um bebê, não media mais que 10 cm, mas o que importa o tamanho? O que importa de onde de fato começa a vida? Eu sinto amor. Começou com o amor recíproco entre duas pessoas, uma parte de mim, uma parte dele, e o resultado desse amor foi outra vida.
Pode parecer loucura, mas fiz uma lista de nomes, seria menino ou menina? Qual seria sua música preferida? Será que iria bem na escola? Qual seria sua cor favorita?

Tenho medo desses pensamentos assustarem meu namorado, afinal, ele não me obrigou, o aborto foi uma escolha nossa, em comum acordo, e consciente de que seria o melhor para nossas vidas. Mas mesmo assim, fico triste em pensar que ele não se importa, e eu, só penso nisso.

Eu sinto que seria um menino, e talvez colocaria nele, o nome de um dos meus ídolos do rock... Ou talvez não seria menino. Ou talvez não seria...

Aborto + controle alimentar + namoro

Quem acompanha o blog sabe o drama que tenho vivido nas últimas semanas, o término do meu namoro, a cachorrada que fizeram para nos separar, e os desequilíbrios alimentares que variavam ora em compulsões ora em nf, de acordo com o meu humor da vez.

Pois bem, desde a última vez que escrevi à vocês, aconteceram um turbilhão de coisas, tudo ao mesmo tempo, tudo involuntário, por impulso e quase irracional.

Achei o máximo ter perdido 6 quilos em um mês, sem seguir dieta alguma... Achei que estava funcionando muito bem compensar as compulsões vomitando e com nf no dia seguinte. Pudera, a verdade era que eu emagreci porque meu metabolismo estava acelerado... E o por quê? Estava grávida! Algumas mulheres perdem peso na gestação ao invés de engordar, isso acontece normalmente no primeiro trimestre da gestação.

Sexta-feira tomei coragem, fui á farmácia, e comprei um teste de gravidez. Eu não quis compartilhar nada dessa minha dúvida com meu namorado, porque até então, ele era meu EX. Quando surgiram duas faixas rosas no teste, indicando resultado positivo, me desesperei, pensei em me matar, pensei em correr, fugir, sumir, e em uma forma de contar pra ele o que estava acontecendo... não consegui pensar em nada, somente peguei o celular e sai andando sem rumo, encontrei uma rua tranquila, me sentei, e liguei pra contar. Ele me surpreendeu, foi calmo, compreensivo, carinhoso, e se preocupou em me deixar calma também. E ele me perguntou o que faríamos, não descartando a hipótese do aborto. E aí, no dia seguinte dessa conversa por telefone, combinamos de nos encontrar e fazer novamente um outro teste de gravidez juntos, e assim o fizemos, e novamente, resultado positivo: as duas malditas faixas rosas anunciavam.


Para conter todo desespero, ele me chamou para comer alguma coisa no shopping, passamos a tarde juntos e na maioria do tempo eu esqueci o que estava acontecendo. A dúvida era basicamente de quantos meses eu estaria, não sei se vocês sabem, mas um dia após a relação sexual, o teste de farmácia já acusa os resultados, e apesar de que não eramos mais namorados até aquele momento, dormimos juntos alguns dias antes. Compramos a pílula do dia seguinte, numa tentativa desesperada de não ser de fato uma gravidez e sim o processo de uma, e tomei dois comprimidos, lá mesmo no shopping. 
Enfim, no final da tarde, quando já nos preparávamos para irmos embora, ele me perguntou se eu tinha ficado com alguém depois que terminamos, eu disse que não, e perguntei sobre ele, e por sua vez, ele ficou bravo e não quis me responder. Depois de insistir, ele me confessou que ficou com uma menina que eu sempre morri de ciúmes. Fiquei tão nervosa e triste com a notícia, que fui ao banheiro vomitar. Chorei muito, fiquei muito decepcionada, apesar de saber que não eramos mais namorados. Depois de muita conversa, horas de choro e descontando toda minha raiva acusando-o, ele me surpreendeu e disse que queria tentar de novo, que queria cuidar de mim, que poderíamos voltar a namorar. Como eu vomitei, ficamos com medo e compramos novas pílulas do dia seguinte e eu tomei. Resolvemos sair, fomos á um bar de rock, bebemos, assistimos ao show de um cover do Raul Seixas, passamos a madrugada no bar e ás 6 da manhã voltamos pra casa. Ele dormiu aqui. Assistimos filmes no domingo á tarde, e eu comecei a sentir fortes dores abdominais, parecido com uma intensa cólica menstrual... na madrugada de domingo para segunda, fui ao banheiro e notei um sangramento. Segunda de manhã fui á faculdade e não aguentei, foi a pior dor que já senti na vida, desculpem-me os detalhes, mas eu contrai tanto de dor, que defequei na roupa, e já não era um sangramentozinho, era literalmente uma hemorragia, sujei várias peças de roupa durante o dia, usei mais de um pacote de absorvente. E ainda estou sangrando muito. Amanhã vou voltar ao médico.

Pois é, pelas contas, estava com 6 semanas de gestação, e a possível causa do aborto é o excesso de medicação (pílula do dia seguinte), álcool e vale lembrar que nesse período de 6 semanas, tentei me matar duas vezes tomando alta dosagem de remédios, sem saber que estava grávida. Embora eu não queira ter um filho agora, fiquei abalada com tudo isso, me senti um pouco mãe, fiquei imaginando a possibilidade de carregar um pedacinho do homem que eu amo dentro de mim. É o lado poético da situação que me emociona. rsrs
Tenho certeza que o aborto aconteceu porque provocamos, e pode parecer insensível dizer isso, mas eu iria até ás últimas consequências para não ter esse bebê. Eu sei que não era a hora, ter um filho faz parte dos meus planos á longo prazo, quem sabe daqui uns 10 anos... Mas mesmo assim, me sinto um pouco mãe.

O bom de tudo isso, é o apoio que estou recebendo dele, o carinho, a atenção, o conforto. Percebo realmente que ele realmente quer cuidar de mim. Mas será que ele só voltou comigo por pressão das circunstâncias? Será que ele realmente me ama, da mesma maneira que amava antes? 

Outra preocupação que tenho, eu emagreci durante a gestação, será que meu peso vai voltar ao que era? Será que vou engordar excessivamente?

Eu não quero parecer altruísta, só quero cuidar mais de mim, coisa que acho que nunca fiz. Quero me olhar ao espelho e me sentir mulher, porque nem isso já senti, sempre me vi como um monte de lixo que não merece valor algum. E o fato de imaginar que aqui dentro desse corpo, que eu tenho repúdio e maltrato tanto, estava sendo gerado um bebezinho, fez com que eu olhasse pra mim com mais carinho, com delicadeza.... não quero me aproveitar dessa situação, mas pela primeira vez me senti no controle, decidindo sobre o meu próprio corpo, não sou uma feminista-ativista, mas parece mais um desabafo, depois de tantos abusos sexuais, acho que perdi muito - se é que já tive - uma autoafirmação de mim mesma.

Eu sei, tá muito longa e confusa essa história toda, e acreditem, não está sendo nada fácil, ao mesmo tempo que estou aliviada e segura que tomei uma decisão, estou triste e comovida com o fato de interromper uma gestação.

É isso, espero que tenham paciência em ler este monólogo. Haha E ainda essa semana volto para dar notícias. 

Um dia pior que o outro...

Oi gente, quando eu acho que as coisas não podem piorar, não é que a vida se mostra ser pior do que posso esperar?!

Há uma semana minha vida se transformou em um caos: meu namorado terminou comigo, meus pais já sabem da bulimia, dos abusos sexuais; Tentei me matar, tomando uma alta dosagem de medicamentos na quinta passada, passei a sexta no hospital, e dessa vez, sem meu amor por perto, sem me sentir segura, sem o abraço e carinho dele.


Como eu havia dito, sobre a psicóloga, na semana passada não estava em condições de ir á consulta, mas fui ontem, e já de cara abri o jogo, contei tudo...


Eu não me lembro de ter sofrido tanto em todos meus 19 anos de vida...

Desisto de mim. Desisto!

Preciso de vocês!


Oi gente, sei que assustei vocês nos meus últimos posts, mas eu também estava (e ainda estou) um pouco assustada! Ultimamente tenho passado por crises intensas, conturbadas e fazendo uma besteira atrás da outra. 
Pois bem, resumidamente dissertarei, tentarei ser breve e não cansar vocês com posts imensos e detalhistas de um sofrimento que todas conhecem, e estão cansadas de ouvir sobre...



Desde que assumi que pararia de miar, venho tendo compulsões diárias, uma atrás da outra, uma maior que a outra, e por sua vez, senti que parei de emagrecer, se é que não estou engordando, não quero nem pensar nisso. O problema é que as dores abdominais estavam muito intensas, eu carregava na bolsa três tipos de remédios para dor, porque desde que passei mal e desmaiei no metrô, o medo de passar mal novamente fora de casa era constante. Era uma dor insuportável de prisão de ventre, dores constantes estomacais e a garganta ferida e ás vezes chegando a sangrar. Acho que depois do blog, canalizei muito mais minhas frustrações na bulimia e em nf, e vomitava 5, 6 vezes por dia, dependendo do quanto eu ingeria, até suco ou fruta. Cheguei até á estourar os vasinhos de sangue ao redor dos olhos, fiquei cheia de manchinhas vermelhas nessa região, devido á força e pressão diária aplicada na face quando induzia o vômito. 

Meu namoro estava passando por crises também, mas estou trabalhando muito para consertar as coisas em relação á isso, saindo mais, tentando transformar a nossa rotina, e tentando reconquistar meu namorado, não que eu ache que ele deixou de me amar, mas desde que despejei sobre ele todos meus problemas, desde a história dos abusos sexuais até a bulimia, acho que ficou muita coisa sobrecarregada nas costas dele. Talvez ele tenha se apaixonado por uma mulher diferente do que eu realmente sou, e depois de mais de um ano descobrir tudo isso sobre mim, deve ter pesado pra ele. E a pergunta que eu me faço todos os dias, é como reconquistar, como fazer alguém me amar, se eu tenho nojo e repúdio de mim mesma?

Quebrei outra barreira e farei outra tentativa de ir ao psicólogo. Eu não sei como, porque vocês sabem, ou devem imaginar que é muito difícil falar sobre tudo isso, e apesar de estar disposta á contar tudo dessa vez, eu não sei como o farei. Enfim, está marcado para essa semana, na quarta-feira, ás 14 horas. 

Estou com medo, estou assutada, estou tentando concertar tudo isso por ele, mas a gente sabe que não tem como concertar o passado, não tem como mudar minha história, só espero que o peso de tudo isso não me enterre cada dia mais nessa infelicidade que me assombra.

Estou tentando ser feliz, mas dói até as tentativas.
Faço por ele, porque juro que nunca recebi tanto amor em toda minha vida. É por ele, ele merece que eu seja alguém melhor!

Viajem do Fim de Semana + Consequências da bulimia

Oi gente, eu viajei esse fim de semana, e vim contar como a bulimia tem me impedido de viver normalmente, e como situações simples, mas que me tiram da rotina, tem agravado minha saúde. 

Bem, fui para Belo Horizonte na sexta (23 de agosto) á noite, até então, não ocorreu nenhuma anormalidade, almocei em casa e miei durante o dia o pouco que comi. Chegando em BH, na casa da minha prima, comemos pizza, e ela mora em apartamento, não dava para miar lá, qualquer barulho, perceberiam, fora que é super chato miar fora de casa, não é mesmo?! A comida, vocês já devem imaginar, ficou pesando no estômago, subia e descia, causando muita ânsia, mas aguentei firme se estendendo ao sábado, que mesmo comendo compulsivamente, também não miei. Detalhadamente, no sábado comi feito uma porca, tomei café da manhã, almocei, tomei açaí á tarde e á noite foi a festinha de aniversário do meu afilhado, me entupi de salgadinhos, docinhos, refrigerante e bolo, mas como tomei umas latinhas de cerveja, fiquei com sono bem rapidinho, e não senti tanta fadiga. Já no domingo, fomos ao zoológico, comi um hambúrguer imenso por lá, e quando voltamos para casa da minha prima, ainda comi mais. Poucas horas antes do voo de volta para São Paulo, eu senti uma forte dor abdominal, para ser sincera e sem exageros: uma aterrorizante dor, a pior dor que já senti na vida. E aí não tive como evitar, miei muito. Todos ficaram preocupados, achando que passei mal em consequência á algo que comi. Chegando no aeroporto, não queriam me deixar embarcar, estava visivelmente mal, e tive que passar pelo posto médico para ser liberada ao embarque. A médica disse que pelas características da dor, era provável ser prisão de ventre, e detalhe, desde que minha bulimia se intensificou, eu praticamente interrompi as atividades intestinas, porque eu mio TUDO que como. 

De volta á São Paulo, pesquisei as possíveis relações entre a dor abdominal intensa que senti com a bulimia, e minhas suspeitas se confirmaram, realmente, pelas minhas pesquisas, a dor é consequência da bulimia. 
Como vocês sabem, a única pessoa que sabe da minha doença é meu namorado, e ele presenciou tudo, as compulsões do fim de semana, o quanto chorei de dor horas antes de voltar pra casa, e ele ficou muito preocupado e conversou muito comigo, pediu pra eu tentar deixar de vomitar, e até me prescreveu uma dieta rs, disse que era pra eu diminuir a quantidade de porção de comida e me alimentar de 3 em 3 horas. Ele é muito carinhoso e atencioso, e é muito ruim ver ele tão envolvido e preocupado comigo dessa forma. Me sinto muito culpada em estender esse sofrimento á ele, e estou tentando parar. É muito difícil, ainda não consegui deixar de vomitar todos os dias, mas estou diminuindo a frequência gradativamente.

Hoje, indo á faculdade, passei mal no metrô, a mesma dor abdominal, e aí eu tomei dois comprimidos de buscopan, o detalhe é que não comi nada antes de sair de casa, minha pressão baixou e eu desmaiei na estação.

É muito difícil tudo isso, apesar de tentar deixar de vomitar, ainda me sinto feia e gorda, e muita culpa ao comer. :(

Agora vou passar no blog de vocês e ler as novidades.
Beijos :*  

Morrer de Tédio.

Meu desenho, adaptação da fotografia "Goodbye Jan!" de Saudek.
A verdade é que eu não sinto mais raiva ou tristeza: sinto tédio.

Dos mesmos velhos discursos que ouço todos os dias. Tédio de me sacrificar.
Tédio de enfiar a cabeça na privada e vomitar diversas vezes por dia.

Tédio em dissertar sempre sobre os mesmos problemas, não conseguir resolve-los e sempre terminar o dia com a culpa que invade e paralisa.

Tédio em sobreviver.

Mais um post chato e deprimente!


Oi meninas, gosto de dar um intervalo de alguns dias entre um post e outro, até porque nunca consigo ser breve e publico sempre textos enormes.
Mas hoje vou quebrar essa regra, e escrever novamente pra vocês.


A Ana Butterfly, do To be a Skinny Girl contou em seu blog um pouco sobre a T.A e a relação dela com a mãe. Quando ela contou que miava ao ponto de a garganta sangrar, eu me lembrei que uma vez, há uns 4 anos atrás, eu senti tanta fome e não queria comer, que me tranquei no banheiro e empurrei a chave na fresta da porta. O desespero foi tão grande, que eu comi papel higiênico. É tão humilhante dizer isso. 
Depois esperei alguém chegar em casa para abrir a porta pra mim, inventei uma história que a chave caiu, empurrei sem querer com o pé e acabei ficando trancada.


Já não consigo passar um dia sem chorar. Eu como chorando, a culpa vem antes, me sinto culpada em sentir fome, me sinto culpada em comer, me sinto culpada em vomitar, sinto muito nojo limpando a privada, nojo de toda a situação, nojo de mim.
Eu não preciso de nenhum motivo para ficar triste, eu simplesmente fico. E mesmo nos dias em que amanheço um pouco mais motivada, leio o sofrimento de vocês em seus blogs e me identifico, me lembro das minhas frustrações, me desespero.


É tão humilhante passar por tudo isso sozinha, ter todas essas lembranças, olhar pro meu corpo e lembrar que já abusaram sexualmente de mim. E quer saber, me sinto culpada por isso também, e sou culpada em não conseguir superar nada disso. Sou culpada por tudo, e uma covarde também.


Odeio ter que ficar escrevendo sobre essas coisas chatas, que não fazem bem, muito menos trazem algo de construtivo pra alguém. Mas essas coisas pesam tanto, que me fazem estar aqui, acordada, ás quase 3 da manhã, me impedindo de dormir, e ás vezes parece que me impedem de viver. 


Vocês já se sentiram mortas? Eu tive essa sensação, no dia que contei aqui que tentei terminar com meu namorado. Teve um instante, que esqueci de tudo, como quando a gente medita: esqueci do sofrimento, do amor, de mim. Me senti como se tivesse dormido, e só voltei á "consciência" quando meu namorado me disse "Respira". Eu não sei explicar a sensação, e nem o que aconteceu exatamente naquele momento, mas parece que eu involuntariamente esqueci de respirar. Eu nunca ouvi ninguém falar que já sentiu isso antes, não acredito em alma, em nada disso, mas a sensação que tenho é essa, de ter me entregado por alguns segundos e ter virado levemente, alma.

Desabafo.

Oi meninas, bom, tá tudo certo com a dieta, mas hoje foi um dia muito difícil.

Eu uso o pseudônimo de Luiza aqui no blog para me preservar. E aí, deixei a conta do google logada com o e-mail que uso para gerenciar o blog. Meu namorado foi usar meu notebook e achou estranho o nome Luiza ali no cantinho da página, quando eu percebi que ele tinha visto, pedi pra ele não clicar. Ele saiu imediatamente de perto de mim, fiquei paralisada e comecei a chorar. Fiquei imaginando como contaria, como me abriria á ele sobre isso. Quando ele voltou pra perto de mim, voltou imaginando mil coisas, que eu tinha uma conta falsa para poder me relacionar com outras pessoas, coisas desse tipo... Eu tive que explicar, e mostrei o blog pra ele, mostrei as pessoas que seguiam, disse que era importante ter com quem conversar sobre isso. Eu não conseguia parar de chorar nem um segundo, me senti culpada por esconder tudo isso dele, acho muito importante ser sincera em um relacionamento, até mesmo pra que ele seja verdadeiro. Além de culpa, senti vergonha, vergonha de mim, do meu corpo, vergonha dos meus problemas. Foi quando mais uma vez, ele me fez lembrar o porquê que sou tão apaixonada: ele me abraçou, disse que entendia que eu queria preservá-lo desse assunto, e que ele sempre estará ao meu lado, e para descontrair ficou me chamando de Luiza haha. ♡ ♡ ♡

Assim como apresentei vocês ao meu namorado, tomo a liberdade de postar uma foto nossa aqui:



Durante muito tempo carreguei e suportei muita coisa sozinha, o que me fez acumular muitas frustrações, apesar de ser muito difícil me abrir e dividir com outras pessoas o que eu sinto, isso me mostra que não estou sozinha, esse apoio é melhor sensação do mundo! Declaro aqui minha gratidão á cada uma, e ao meu amor, que me aceita e me ama da maneira que sou.